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Monografia · 2008

Comunicação de morte em famílias com crianças pequenas: o papel do terapeuta sistêmico em hospitais

Lilian Cristina Schulze

Resumo

Apesar de inevitável na vida do ser humano, a morte ainda é tratada como um assunto tabu. O presente trabalho é uma análise de um atendimento psicológico de uma família cuja mãe convivia com uma doença crônica grave. O objetivo é investigar o processo de comunicação intra-familiar de doença e morte em uma família com crianças pequenas e discutir o papel do psicólogo com formação sistêmica no contexto hospitalar. Ao todo foram realizados 15 encontros compreendidos num período de um mês. Utilizou-se de técnicas de análise de conteúdo e de análises clínicas segundo o pensamento sistêmico e a terapia relacional sistêmica, considerando o contexto hospitalar. Foi possível avaliar o processo de luto antecipado vivenciado pela família e concluir que não há fórmulas ou regras para a comunicação de notícias graves para as crianças, mas a sinceridade e a franqueza ajudam a criança em seu processo de luto. Além disso, enfatizou-se que o papel do psicólogo hospitalar com abordagem sistêmica pode ser o de auxiliar as famílias na expressão dos seus sentimentos, utilizando-se de algumas técnicas como: terapia breve e de apoio, genograma, questionamento circular e abordagem da resiliência.

Tipo
Monografia
Autoria
Lilian Cristina Schulze
Ano
2008
Instituição
Instituto Familiare

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